segunda-feira, março 15, 2010

Hoje foi dia de analises logo pela manhã!
O pai teve que ir comigo..sim sou medricas e nao gosto de agulhas!
Como sempre, no Instituto Ricardo Jorge trataram-me maravilhosamente bem!
Vocês podem nao acreditar mas até chorei quando estava a tirar sangue, não de dor mas dos estupidos nervos da parva da agulha!

Logo a seguir fui tomar um chá e comer uma torrada!:D

5 comentários:

Mãe Inês disse...

Bom dia Carla!

Uma vez mais, como eu te entendo. Confesso-te que, até ficar grávida do MM, sempre que tirava sangue desmaiava. A sério ! Era uma vergonha! Acontecia sempre. No entanto, a partir do momento em que tirei sangue, consciente que tinha um bébé na barriga, algum no meu inconsciente mudou. sim, vou cheia de medo, com uns nervos de fazer correr o suor, mas aguento-me firme. Ah, e até já vou sozinha! :-)
Como sempre me disseram, com o tempo passa. Não o medo, mas as nossa capacidade de controlo aumenta! :-)

Ana Luísa disse...

:)
Entendo-te muito bem, eu também fico quase sempre a desmaiar quando tiro sangue, por isso nunca me aventurei a ser dadora como gostava :S
O que vale é que é algo muito rápido...
Ainda bem que correu tudo bem, quando estive grávida também fiz lá todas as análises e realmente são muito simpáticos.
Beijinhos.

CC disse...

Ai como te compreendo! Eu até ficar grávida desmaiva muitas vezes a tirar sangue. Tinha de ir sempre com a minha mãe e por norma levava um bolo para repor logo os niveis de açucar. Quando engravidei, como sabia que não podia cair, consegui controlar-me muito bem. Actualmente a coisa corre melhor, já vou sozinha e já não preciso de comer no instante asseguir. Já me aguento até ao café mais proximo, lol.

Bjos

Tita disse...

:) Tambem sou assim, mas não choro por vergonha hihihi, mas a mim deitam-me logo na marquesa! Já sabem o que a casa gasta.
Beijoquinhas grandes

Rita disse...

Olá :)

Isso também me acontecia antes de engravidar. Tinha um terror de agulhas que nem te conto.
Não posso dizer que agora vá calma e serena. Mas já consigo ir sózinha e, apesar dos nervos e os joelhos a tremer, respiro fundo e lá me aguento.

Bjinhos